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Posts Etiquetados ‘lição’

Morto ou vivo?

Vivíssimo! Apenas estive imerso em um mar de aulas… Assistindo ou preparando… O lugar onde estou tem provocado insights e idéias aos borbotões. Tenho estado junto a colegas que constantemente me provocam e motivam. A tal ponto que — e esta é uma prerrogativa de doutorando que ainda não está escrevendo — estou quase certo de uma mudança de tema: de alimento para a importância epistêmica do lugar.

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Tudo que você puder comer

Um primeiro resultado dos esforços do trabalho em grupo do semestre que acabou de acabar: um artigo meu sobre alimentos foi aprovado para o Grupo de Trabalho sobre Teoria Ambiental no III Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação de Pesquisa em Ambiente & Sociedade (ANPPAS). O título é “Humanos, não-humanos, e tudo aquilo que você puder comer”. Em breve (quando o artigo estiver pronto…;), disponibilizo um link para ele.

nous sommes deux, trois, ou quatre

Um trecho de Michel Serres (1980, Le Parasite, Paris: Hachette) que está relacionado com a apresentação da linha de Epistemologia Ambiental:

Diable ou Bon Dieu? Exclusion, inclusion? Je ne sais. Mais je sais, en tout cas, ces questions archaïques. Les luttes à deux ne sont jamais que théâtre: apparence, représentation, décor, morale, amusements. Dès que nous sommes deux, déjà nous sommes trois, ou quatre. Nous n’avons appris depuis très longetemps. Le dialogue pour réussir, demande un tiers exclu, notre logique aussi le requiert. Peut-être exigent-ils aussi un quart inclus. Cette leçon ne cesse plus, elle partout écrite. Saint George en face du dragon fait le fort contra sou contrefort, tous deux son associés de fait pour couper en morceaux les corps qui croulent sous l’arche stable de leur pont. Ces logiques à deux, ces batailles à deux, ces dialectiques ne servent qu’aux affiches, aux vignettes, à la montre, à la publicité de ceux qui s’y montrent. Le loup et l’agneau, seuls, chacun sur une rive, peuplent leur espace de chiens, de bergers, de familles, de rois. (‘Logique du flou’, p. 106)

diário? de borda?

A idéia é manter uma memória com impressões, relatos, pensamentos, leituras, etc., etc. que me ocorram durante a realização do curso de doutorado na Universidade Federal do Paraná, no Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente & Desenvolvimento. Daí “diário”… A borda se refere — com o evidente jogo de palavras —, à minha navegação por várias comunidades. O doutorado é pensado como interdisciplinar, e é minha pretensão escrever algo que “atravesse” conhecimentos vários, diversos.

primeiro dia

Hoje, volto aos bancos de escola… Primeiro dia de aula no doutorado.

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